
Convido o amigo a voltar ao ano de 1990. Mais exatamente na Copa da Itália. Era o Mundial que a imprensa e a opinião pública compreenderam que seria a coroação da “era Dunga”: o momento em que o volante da seleção ganharia a admiração do mundo. A equipe foi treinada por Sebastião Lazaroni e fomos eliminados pela Argentina. Só isso (!).
Quatro anos depois, em 1994, Dunga foi o “capitão do tetra”. Ali, sim, virou ídolo nacional, levantou a taça e coroou sua carreira de jogador de futebol. Era o momento correto de ter pendurado a chuteira. Ao menos na seleção. Foi teimoso (mais uma vez) e participou da Copa de 98, na França. Fomos goleados pelos anfitriões na final, após o Ronaldo ter aquela crise nervosa na concentração. Ronaldo, por sinal, era um dos únicos jogadores que transitava bem nas duas panelinhas da equipe: uma do Leonardo e a outra, do Dunga.
Dunga virou treinador e não vingou na Copa de 2010. Após a eliminação diante da Holanda, foi direto para os vestiários e deixou os jogadores caídos em campo, chorando. Mostrou ao mundo que não teria a menor condição comportamental (nem técnica) para ser o treinador da seleção.
Como por aqui, a máxima freudiana de “repetir, recordar e elaborar” parece ser uma espécie de mantra dos dirigentes, Dunga voltou depois do #eterno7a1. Na cabeça (curta) dos “políticos da bola”, precisaríamos de um “comandante linha dura”. Sim, só isso. E Dunga, no auge do ostracismo, aceitou o convite. Conclusão: dois vexames históricos em Copa América (a atual e anterior) – inclusive conseguimos tomar um gol do Haiti e não fazer nenhum no Peru e Equador.
No momento em que menos precisávamos passar nova vergonha no futebol – afinal, ainda nos recuperamos da vergonha da Copa, acumulamos mais um vexame. Fica difícil determinar qual foi pior. Melhor nem colocar na balança.
Dunga deverá ser demitido e aí pergunto: onde foi parar o capitão do Tetra? Você vai se lembrar do Dunga com a taça na mão ou através dessas duas passagens pífias pela seleção, com comportamento arrogante, teimoso e extremamente atrasado em termos técnicos e comportamentais.
Lembram que ele chamou um engenheiro para fazer o “trabalho motivacional” após dizer que não gosta de psicólogos nos times já que “ele não sabe para quem os psicólogos dirão o que vão ouvir dos jogadores”. Fim da era Dunga na seleção.
Agora vamos para o ano de 2002. A Copa era no Japão e Coréia. Felipão peitou o mundo e não convocou o Romário. Ganhou o Mundial e virou ídolo nacional. Chegou no Brasil com honras e homenagens. Conquistamos o penta e Felipão ganhou a admiração do povo brasileiro. Era a hora de sair da seleção e entrar para a história, certo?
Errado.
Felipão voltou em 2014 – ultrapassado e vivendo das glórias do passado. Levou de 7 a 1 da Alemanha e virou chacota mundial eterna. E aí pergunto: qual Felipão ficou para a história? O treinador do penta ou o comandante do #eterno7a1 ?
Incrível como essa gente é vaidosa e gananciosa. Não se contentam em entrar para a história com títulos mundiais. Não sabem se proteger nem valorizar as conquistas. Em vez de ficarem quietinhos, embaixo das taças e medalhas, preferem se expor às chuvas de vaias e acusações, manchando carreiras vitoriosas e pondo em cheque, a admiração e respeito da opinião pública.
Lamento demais pelas almas frágeis que perdem seus rostos na imagem embaçada e distorcida pela vaidade e melindre – essas, sim, as verdadeiras vilãs de nossos vexames históricos no mundo da bola e fora dele.
Meu caro Cozac.
Não sei como julgar o Felipão e o Dunga pelos seus novos intentos falidos no retorno a seleção. Se foi por vaidade ou melindre, egoísmo, teimosia, sei lá.
Eles intentaram, falharam e agora pagam pelo desprezo público. Ponto final.
Mas não acho justo criticar por intentarem. A verdadeira razão só eles saberão e acho que pelo resultado, o esclarecimento o vão levar até a tumba.
Se formos pela sua lógica, um perdedor sempre será um perdedor porque ele tem a probabilidade grande de, simplesmente, perder e um ganhador tem que deixar de intentar ganhar mais porque já não tem graça ou fundamento as suas vitórias e só são vaidades e outras coisas egoístas?
Então quem vai querer intentar? Os heróis nasceram de vários intentos de várias pessoas e alguns heróis passaram a ser vilões também ao passar do tempo.
Você acha que a seleção ganhou tudo o que ganhou pelos seus técnicos? Longe disso! Se quiser criticar, critica a falta de caráter de alguns jogadores, a falta de intentar romper os paradigmas que a seleção está sempre caindo.
Se você comparar todas as seleções campeãs do Brasil, em todas tivemos jogadores com caráter, ou vai ou leva e ponto final. Essa era a característica da magia do futebol brasileiro. Ou o senhor acha que o Pelé, Rivelino, Romário, Ronaldo, Garrincha, Ronaldinho etc faziam tudo ao pé da letra do que pedia o técnico?
Admiro o Dunga e o Felipão pelos seus intentos e falhos, é preciso muita valentia encarar a porta da tragédia. Mas dá pena ver o quanto estão atrasados em relação a outros técnicos.
O futebol braileiro faliu ja fazem muitos anos.
quando foi a ultima vez que o Brasil jogou de verdade o jogo bonito?.
Quando foi a ultima vez que entrou em campo e o mundo falou… que timaco!!!??
1982? o melhor time braileiro que ja vi!
1986 outro timaco que nao ganhou.
Depois disso nada, titulo sim mas times incriveis nao.
Faz tempo que nao somos os melhores .
Melhor jogador do mundo quem foi?
Messi ou Maradona.
Mais copas americas?
uruguay e argentina
medalhas de ouro?
Argentina se nao me engano.
Maior numero de Libertadores
claro Argentina
mais bolas de ouro?
Messi
Copas do mundo
brasil
mas quantas realmente ganhamos dem ajuda do corrupto Havelange e a fifa?
a corrupcao esta sendo descoberta e logo saberemos a verdade.
Nao somos os melhores e quem sabe nunca fomos.
mELhOr do qUE o REI PELÉ nEm dAqUi a 5000 miL AnOs
1958-1962-1970 NAO hOUvE ROUBALHEIRA nAO SEnhOr fOi ShOw de bOLA
mArAdOnA dOm diEgUiTO fOi miL vEzEs mELhOr do qUE EssE AR de ArAqUE nAs SpAiN de 2 TimEs
obs.
vOcÊs vAO vEr cOmO é GARRINCHA DIDI VAVÁ e PELÉ
hê ETA EsqUAdrAO de OUrO é bOm no sAmbA é bOm no cOUrO…