
Amigos, há tempos que estou para escrever sobre a falta de informação, conhecimento, ética e bom senso de alguns professores, treinadores e preparadores físicos. Até porque, o esporte é um tema relacionado com a saúde pública e, portanto, merece nossa plena atenção.
No dia a dia do meu trabalho clínico, escuto relatos sinistros de atletas sobre a ignorância na conduta de alguns profissionais da área da saúde e do treinamento desportivo.
A grande questão é que, apesar de já contarmos com ótimos profissionais na área – as faculdades de Educação Física proliferam como pragas neste país e o nível de ensino está abaixo da crítica.
Pior: quase nenhuma delas tem – na grade de disciplinas – a Psicologia do Esporte. As poucas que contam com a matéria não exploram os temas que auxiliariam e enriqueceriam a formação dos alunos.
Outro dia fiquei sabendo que algumas faculdades de Educação Física oferecem a Psicologia do Esporte apenas como nome. Na prática, o que os alunos lêem e aprendem é sobre as fases do desenvolvimento humano na ótica da Psicanálise e também um tanto sobre a história da Psicologia. E aqui pergunto: o que, de fato, agregará em termos informativos a um educador físico saber que uma criança passará pelas fases oral, anal e erótico-fálica?
Não seria mais produtivo e recomendável que os futuros professores aprendessem um pouco mais sobre a Psicologia do Desenvolvimento, as emoções dos atletas, contatos com os pais, motivação, concentração e ansiedade pré-competitiva? A resposta me parece óbvia.
Fico sempre muito contente quando – em minhas atividades de ensino na área da Psicologia do Esporte – surgem educadores físicos buscando o melhor aprimoramento profissional. Sinal que a demanda existe e que muitos professores da área se preocupam em oferecer um trabalho mais completo e profundo.
Recebo muitos emails de pais de crianças praticantes de esporte que relatam péssimas condutas de treinadores e professores por este país. Atletas reclamam de preparadores físicos que – no auge da soberba – insistem em não escutar as queixas de sobrecarga nos treinamentos. Afinal, a cultura norte-americana do ‘treinar até morrer’ tem que ser colocada em prática doa a quem doer. Ninguém quer saber de adaptação, prazer na prática esportiva e programação de metas nos macro e microciclos de treinamentos.
Amigos, eu tinha um professor de cursinho que dizia: “enquanto você está andando, tem sempre um japonês estudando”.
E quer saber? Ele tinha razão.
Muito interessante esta matéria.
Gostaria também de salientar a importância de descobrir mais qualidades (dotes) acima do normal nas crianças e adolescentes, já que é um momento muito importante em seu periodo de crescimento e desenvolvimento…sendo o período ideal de explorar esses dotes. Meu nome é Paulo Lopes, sou fisiologista desportivo e atuo em uma área que também descobre dons incríveis no ser humano….minha área e o esporte competitivo. Estudei por 8 anos na Russia e aprendi a realizar e trabalhar com um exame que detecta o potencial genético para descobrir atletas fora do cimum….chama-se DERMATOGLIFIA – um exame que se realiza a partir da leitura das linhas e desenhos das impressões digitais de todos os dedos das mãos…….além de ajudar a descobrir o potencial atletico, também pode ajudar em programas de exercícios para melhoria da qualidade de vida. Caso você queira conhecer mais sobre este FANTÁSTICO exame, ou realizar em você ou seu filho, entre em contato conosco pelo whatsapp: +55 15 996738143…….veja também nosso site: http://www.dermatosport.webnode.com