5 motivos para concordar com a demissão de Diniz

Técnico Fernando Diniz corre risco de demissão no São Paulo (Foto: Divulgação/Rubens Chiri)

O “vaso quebrou” no São Paulo. Não existia clima e nem empatia com jogadores, comissão técnica e dirigentes para que Fernando Diniz continuasse no clube. Veja os cinco bons motivos que complicaram uma barbaridade o trabalho do dito cujo.

1 – A teimosia do treinador chega às raias do absurdo. Tem um esquema tático na cabeça e não abre mão de jeito nenhum. Obrigar o goleiro a sair jogando, por exemplo.

2 – Confiar demais nos falsos líderes do time, como Daniel Alves e Hernanes. Quando o “aviãozinho tricolor” embicou para baixo, foi abandonado pelos “ídolos” da equipe.

3 – Chamar Tchê Tchê de “ingrato” foi dar uma facada nas costas de um amigo. Eles se conhecem desde os tempos do Audax. Jogador não é craque, mas carrega o piano sem reclamar.

4 – Gritos, berros e xingamentos assustaram os garotos da base. Igor Gomes, Brenner, Gabriel Sara, Léo Pelé, Vitor Bueno ficaram perdidos sem saber o quê fazer. Agradavam o técnico? Jogavam bola? Ou deixavam o barco correr?

5 – Por fim, não soube se impor diante da diretoria. Recebeu apenas um reforço, Luciano, trocado por Everton junto ao Grêmio. E mesmo assim desdenhou do rapaz, que também sempre o ajudou sem reclamar do gênio terrível do “amigo”.

E tenho dito!