{"id":261,"date":"2011-04-25T23:08:18","date_gmt":"2011-04-26T02:08:18","guid":{"rendered":"http:\/\/dev-blogs.gazetaesportiva.com\/joaoricardocozac\/?p=261"},"modified":"2011-04-25T23:08:18","modified_gmt":"2011-04-26T02:08:18","slug":"psicologo-esportivo-bombeiro-ou-curandeiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/dev-blogs.gazetaesportiva.com\/joaoricardocozac\/2011\/04\/25\/psicologo-esportivo-bombeiro-ou-curandeiro\/","title":{"rendered":"Psic\u00f3logo esportivo: bombeiro ou curandeiro?"},"content":{"rendered":"<p>Amigos, participei de uma mat\u00e9ria no jornal (m\u00eddia impressa) &#8220;O Popular&#8221; &#8211; de Goi\u00e2nia &#8211; e gostaria de compartilhar com voc\u00eas. Ela elucida aspectos importantes sobre a banaliza\u00e7\u00e3o do trabalho do psic\u00f3logo no esporte &#8211; especialmente no futebol. Deixem seus coment\u00e1rios que s\u00e3o sempre muito bem vindos!<\/p>\n<p><strong>Psic\u00f3logo esportivo: bombeiro ou curandeiro?<\/strong><br \/>\nA figura do psic\u00f3logo para ajudar uma equipe de futebol \u00e9 lembrada pela maioria das equipes quando atravessa uma m\u00e1 fase. A pr\u00e1tica, por\u00e9m, \u00e9 criticada pelo psic\u00f3logo Jo\u00e3o Ricardo Lebert Cozac, de 42 anos, presidente da Associa\u00e7\u00e3o Paulista da Psicologia do Esporte. \u201cPsic\u00f3logo n\u00e3o \u00e9 bombeiro nem curandeiro\u201d, diz Jo\u00e3o Ricardo, que trabalhou no Goi\u00e1s em 1998\/99, al\u00e9m de j\u00e1 ter prestado servi\u00e7o para Cruzeiro e Palmeiras e atualmente estar desenvolvendo um projeto no Ituano (SP).<\/p>\n<p>Para Jo\u00e3o Ricardo, a psicologia para o futebol \u00e9 t\u00e3o importante quanto a prepara\u00e7\u00e3o f\u00edsica e t\u00e1tica de uma equipe. Por isso, o trabalho tem de come\u00e7ar na pr\u00e9-temporada. \u201cCorpo e mente n\u00e3o podem ser tratados e analisados de forma diferente\u201d, afirma o psic\u00f3logo paulista. \u201c\u00c9 preciso ter tempo, participa\u00e7\u00e3o e ganhar a confian\u00e7a dos jogadores para que os resultados possam ser atingidos\u201d, completa Jo\u00e3o Ricardo. Nesse processo, \u00e9 fundamental a participa\u00e7\u00e3o do treinador, pe\u00e7a-chave para o fortalecimento do grupo.<\/p>\n<p>Ele lembra que em alguns casos as les\u00f5es e contus\u00f5es dos atletas est\u00e3o ligadas ao emocional. Se o competidor viver um momento de grande estresse, sua capacidade aer\u00f3bica tente a diminuir, prejudicando a aten\u00e7\u00e3o, a concentra\u00e7\u00e3o e o est\u00edmulo \u00e0 resposta. \u201cEle (atleta) chega a um estado de fadiga\u201d, ressalta. S\u00e3o in\u00fameros competidores, e de diferentes modalidades, que relatam que sofrem contus\u00f5es num momento que est\u00e3o pressionados por resultados. E o mais curioso \u00e9 que essas les\u00f5es aparecem ainda na fase de prepara\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Jo\u00e3o Ricardo diz que geralmente h\u00e1 um preconceito quanto \u00e0 figura do psic\u00f3logo dentro e fora dos clubes. O problema \u00e9 que o profissional de psicologia \u00e9 relacionado ao trabalho com um grupo em crise, quando na verdade deveria ser visto como uma atividade de preven\u00e7\u00e3o. Ele ainda critica os dirigentes que recorrem a comediante, artistas, engenheiros ou m\u00e9dicos como \u00fanica alternativa para dar motiva\u00e7\u00e3o ao grupo. \u201cS\u00e3o a\u00e7\u00f5es isoladas e que pouco surtem efeito\u201d, justifica.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Amigos, participei de uma mat\u00e9ria no jornal (m\u00eddia impressa) &#8220;O Popular&#8221; &#8211; de Goi\u00e2nia &#8211; e gostaria de compartilhar com voc\u00eas. 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